BLOG DO PROFESSOR MIGUEL

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7

de
abril

SEU VOTO: SEU DIREITO DE CIDADANIA

ATENÇÃO!!!

Como eliminar 90% dos politicos corruptos em uma única vez???

Isso mesmo,em uma única vez… Preste muita atenção:

Você sabe pra que serve o VOTO NULO???

Não Sabe???

Não se preocupe, eu acredito que menos de 1% da população saiba algo sobre isso…

Agora, você sabe porque você não sabe pra que serve o VOTO NULO???

Então, eu vou te dar um exemplo: Imagine uma eleição qualquer onde os candidatos sejam:

Paulo Maluf, José Dirceu, Marcos Valério, Delubio Soares, Roberto Jefferson… entre outros…

Campanha vai e campanha vem, você se acha na obrigação de escolher uma dessas figuras, porque imbutiram em sua mente, através de propagandas eleitorais, aquela famosa frase:

NÃO DISPERDICE O SEU DIREITO DE CIDADANIA; FAÇA VALER O SEU VOTO! COMPAREÇA ÀS URNAS E NÃO VOTE NULO!

Assim, você se entusiasma com o recado e cai naquela de escolher o tal do "menos pior". Com isso, acaba afundando com seu país… Mas ai você me diz: "Nesse caso, não temos saída"… Engano seu…

VOCÊ SABIA QUE SE UMA ELEIÇÃO FOR GANHA POR "VOTOS NULOS" É OBRIGADO HAVER UMA NOVA ELEIÇÃO COM CANDIDATOS DIFERENTES DAQUELES QUE PARTICIPARAM DA PRIMEIRA?

Ainda não entendeu???

Se no exemplo de eleição acima você e todo mundo votasse nulo seria obrigado haver uma nova eleição e esses pilantras não poderiam concorrer ao mesmo cargo politico por pelo menos mais 4 anos…

Entendeu por que isso nunca foi divulgado???

Acha que eu estou mentindo???

Ligue para o Superior Tribunal Eleitoral… Ligue pra OAB… Ligue também para a Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e todas as revistas e jornais importantes desse país e pergunte pra eles por que isso nunca foi divulgado… Pense nisso!!!

Não apenas agora que está lendo esta mensagem. Mas guarde-a a 7 chaves dentro de sua memória, dentro de sua consciência, para refleti-la e colocá-la em prática no dia em que for cumprir com suas obrigações eleitorais.

LEMBRE-SE: se agir com prudência e dignidade, aí sim, você realmente fez valer o seu direito de cidadão e poderá se orgulhar em ser chamado honradamente de BRASILEIRO, porque você agiu pensando no melhor para todo o seu país e não apenas para "uns e outros".

Repasse para TODOS da sua lista essa valiosa informação…

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7

de
abril

PODER E GOVERNO

“… O homem tem em suas mãos o poder para aniquilar a vida de milhões de pessoas…” (John Kennedy)

 Estar no governo não significa ter poder. O governante governa, mas não tem poder. Este reside nos bancos, na mídia, nos que financiam campanhas, nos investidores internacionais, e naqueles que ditam os rumos do nosso governo.

O governo deveria dispor de mecanismos institucionais para controlar o poder e reduzir a sua capacidade de sabotar a política governamental, e não se deixar controlar por ele, mas isso é tão difícil quanto a realização do sonho de ver, algum dia, nosso país sendo governado por homens honestos.

Infelizmente, somente em regimes ditatoriais, governo e poder coincidem. Hoje, com o neoliberalismo e a globocolonização, o poder mundializou-se, sob o controle das megaempresas. Esse poder dita a pauta dos governos, sobretudo na esfera econômica. Sua força reside no controle do capital, da mídia, da indústria cultural e do potencial bélico.

O poder não quer ser governo, mas o governante quer e precisa emonstra-lo, senão, fica mal com todos que fizeram sua campanha: bancos, mídia, financistas, investidores, etc. Caso contrário, qualquer arrivista poderá, amanhã, chegar ao poder. Essa aparente distância entre poder e governo convém à democracia formal que não se preocupa em tirar da boca de seus magérrimos filhos do sul, para tratar dos obesos e opulentos do norte. Ele fica feliz e não se enciúma ao ver a família de seus manipuladores mais ricas e famosas do que os seus. Basta-lhe a certeza de conduzir tudo à risca, como foi determinado. Tanto faz, se por quatro ou oito anos.

Ser poder seduz e envaidece. Ter poder é outra coisa. Os poderosos preferem não aparecer. Nem sentem necessidade de aplausos e reconhecimento público. São avessos à fama. Plenifica-os o ego saber que decidem a vida de milhões de analfabetos, cada vez mais analfabetos; de milhões de famintos, cada vez mais famintos; de milhões de sem-tetos, que não têm nem segurança para habitarem debaixo das pontes. Agrada aos poderosos ver como a espinha dos governantes verga ao se aproximar deles.

Os poderosos estão acima do bem e do mal, das leis e da justiça. São imunes porque não agem, dão ordens. Jamais sujam as próprias mãos; há quem o faça por eles. E são impunes, não deixam impressões digitais. Em caso de uma jogada equivocada, recolhem-se, mudam seus exércitos de tarefeiros e retornam ao jogo com novos lances de mestres.

Mesmo no crime, os poderosos são elegantes e retóricos. A mistura Smoking e luvas de pelica, são para enganar e esganar. Suas emoções não são mais fortes que as de um jovem exterminando vidas em um cinema como se fosse um garoto brincando de matar num videogame.

O Estado é estruturado por intermédio da violência do mais forte sobre o mais fraco. E esta estrutura é feita de forma a manter o povo fora dela. Como os shopping centers dedetizados para se manterem imunes a mendigos. Na sociedade capitalista, a política é uma coisa pública a serviço, sobretudo, dos interesses privados. Só que os poderosos não dão as caras.. Por isso o povo pressiona o governo, como se ele fosse uma vaca que deveria ter uma teta para cada boca. Quem pressiona o poder? Por que?

Porque ele é invisível, esconde-se em sociedades anônimas: F.M.I., banqueiros internacionais, congressistas aliados ao capital estrangeiro, mídia, etc. O poder é camuflado pelo próprio governo. Os governos passam, o poder permanece. Para ele, a política é a arte de preservar sua hegemonia, através da acumulação do capital, da preponderância simbólica e da força policial; gerando a fome, a pobreza, a miséria, o analfabetismo, a dependência e as desigualdades sociais.

As urnas mudam governos, mas dificilmente ou, talvez, jamais afetará o poder.

(CHRISTO, Carlos Alberto Libânio. Fé e Cidadania: Poder e governo. In Revista Ave Maria. Julho/2001. p. 09). Adaptações: Prof. Miguel A. Teodoro.

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